Oração dos Animais


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Meu São Francisco de Assis

Protetor dos animais

Olhai por nós que rogamos

Vossa bênção e muita paz.


Olhai os abandonados 

Sofrendo agruras nas ruas

E os que puxam carroças

Açoitados nas ancas nuas.

 

Pelos pobres passarinhos

Que não podem mais voar

Presos em rudes gaiolas

Só porque sabem cantar.

 

E as cobaias de laboratório

Que sofrem dores atrozes

Em experiências terríveis

Que lhes impõem seus algozes.

 

Pelos que são abatidos

Em matadouros insanos

Para servir de alimento

Aos que se dizem humanos

 

Olhai os que são perseguidos

Sem piedade nas florestas

Só por causa da ambição

Dessas caçadas funestas.

 

Pelos animais de circo

Que não têm mais liberdade

Presos em jaulas minúsculas

À mercê de crueldade.

 

Olhai os bois de rodeio

E os sangrados nas touradas

Barbárie e crimes impostos

Por pessoas desalmadas.

 

Pelos que têm de lutar

Até a morte nas rinhas

Quando o homem faz apostas

Em transações tão mesquinhas.

 

Olhai para os que são mortos

Nos macabros rituais

Em altares religiosos

Que usam sangue de animais.

 

Meu bondoso protetor

Oro a vós por meus irmãos

Para que sua dor e tristeza

Não sejam sofrimentos vãos

 

(Ivana Maria França de Negri)

Médico autor de livros sobre a espiritualidade dos animais


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O veterinário e defensor de animais Marcel Benedeti morre em SP

 
Morreu dia 01/02/2010, em São Paulo, aos 47 anos, vítima de câncer, o médico veterinário, escritor espírita e defensor dos animais, Marcel Benedeti. Ele era vegetariano e dedicou a vida aos animais e a conscientizar as pessoas da necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão.
 
Benedeti apresentava um programa na Rádio Boa Nova (“Nossos Irmãos Animais”), único no gênero, que mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.
 
Ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas, criou uma associação, que tem como objetivo educar as pessoas por meio  de cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por intermédio da associação, Marcel Benedeti conseguiu arrecadar rações e medicamentos distribuídas aos animais carentes, contribuindo assim para salvar milhares de vidas animais. Certo de que a educação é o caminho correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel Benedeti defendia, que ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que um crime cometido contra um animal tem a mesma gravidade de um crime cometido contra uma pessoa.
 
Por seu amor aos animais, ele fazia consultas, cirurgias e até dava medicamentos às pessoas carentes, que mal tinham o que comer em casa, para que seus animais não sofressem ainda mais.
 
Marcel Benedeti publicou também sete livros. O primeiro a ser editado foi Todos os Animais Merecem o Céu; o segundo: Todos os Animais São Nossos Irmãos; o terceiro: Animais no Mundo Espiritual; o quarto: A Espiritualidade dos Animais; o quinto Histórias Animais que as Pessoas Contam,  Errar é Humano – Perdoar é Canino, Os Animais Conforme o Espiritismo e, mais recentemente, Animais: Tudo o que Você Precisa Saber, e o último Os Animais conforme o Espiritismo.


fonte: http://www.anda.jor.br/?p=44682
ANDA - Agência de Notícias  de Direitos Animais
 

Literatura - Os animais e a espiritualidade


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Além de cuidarmos de nossos bichinhos de estimação, dando carinho, alimento, água e cuidando de sua higiene, devemos lembrar que eles são seres vivos com emoções e também têm espírito. Existem vários livros a respeito dos animais e sua espiritualidade, deixamos como dicas esses exemplares.

* Todos os animais merecem o céu - Marcel Benedeti - Editora Mundo Maior
* Os animais tem alma? - Ernesto Bozzano - Editora Lachatre
* Animais, nossos irmãos - Eurípedes Kuhl - Editora Petit

A importância dos cuidados paleativos


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Em muitos casos, não há expectativa de cura para o animal, pelo tumor ser muito agressivo, ocorrência de metástases ou outros motivos. Porém o animal ainda pode viver por algum tempo com boa qualidade de vida, como ocorre em outras doenças, como o diabetes. É importante fazer o correto controle da dor, ponto fundamental, visto que grande parte dos tumores causa dor e ela contribui para a queda da qualidade de vida. Cuidar da alimentação é outro ponto importante, bem como a hidratação. Se o animal não está se alimentando, é importante verificar se o controle da dor está adequado (dor é uma importante causa para o animal deixar de se alimentar), e procurar outros alimentos mais palatáveis que possam ser oferecidos. E manter o tratamento indicado pelo veterinário, como quimioterapia, medicamentos para controlar náuseas e dor, ou outros que sejam necessários;

Outro fator é a preocupação com o tempo que o animal vai viver. Neste caso, o mais importante não é esticar a vida a qualquer custo, muitas vezes prolongando apenas o sofrimento do animal, e também da família, mas sim que o animalzinho tenha qualidade de vida durante este tempo. É importante que ele tenha conforto, que sua dor e outros sintomas que causem seu sofrimento sejam controlados da melhor forma possível e que ele tenha todo carinho e atenção de sua família!

fonte -  http://www.portalnossomundo.com/site/saude/meu-animal-esta-com-cancer-e-agora.html (texto completo)

OSTEOSSARCOMA - Câncer nos ossos


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Jubinha: gata siamesa com osteossarcoma (falecimento 12/09/2010)

Osteossarcoma é uma importante moléstia óssea neoplásica, considerada um tumor primário maligno, o qual consiste na formação de osteóide, osso e cartilagem maligna.

Chama-se tumor primário aquele local onde ele se inicia. E o termo maligno refere-se à tendência dos tumores em formar metástases, isto é, a transferência do tumor primário a outros focos distantes pelos vasos sanguíneos ou pelos canais linfáticos.

Cães de porte grande tais como: Pastor Alemão, Dog Alemão, São Bernardo, Boxer, Labrador Retriever, Rottweiller, Doberman, Collie etc., são raças em que a incidência do osteossarcoma é maior. Portanto, a raça do cão é importante fator no diagnóstico do osteossarcoma.

Com relação aos gatos, as raças domésticas de pelo curto são as descritas com maior incidência.

Os sintomas clínicos do osteossarcoma são variados, mas dentre os achados anamnésicos mais comuns, podemos mencionar:

- Rápido surgimento da claudicação (mancando com o membro afetado), em torno de alguns dias;
- Tumefação intensa em torno da lesão, a qual apresenta-se dura e dolorida à palpação;
- As vezes o animal pode também apresentar febre e falta de apetite.
- Ocasionalmente, em casos mais avançados da doença poderemos ter fraturas patológicas.

A velocidade de crescimento do tumor costuma ser rápida, muitas vezes não sendo reconhecido facilmente em seus estágios iniciais.

O diagnóstico do osteossarcoma é confirmado pela biópsia da lesão, pelos dados importantes colhidos na anamnese e exame clínico, tais como: raça do animal, idade, sintomas clínicos, radiografias, etc.

O tratamento do osteossarcoma ainda continua sendo um desafio para a pesquisa. Existe uma estatística de que cerca de 10 a 15% dos animais sobrevivem mais de nove meses após o diagnóstico e em seguida feita a amputação do membro afetado. Atualmente, tratamentos quimioterápicos, imunoterápicos e radioterápicos associados com a amputação podem ser utilizados com dados mostrando aumento de apenas algumas semanas a mais de sobrevida para o animal acometido.

O prognóstico para a sobrevivência de um animal com osteossarcoma a longo prazo é extremamente desfavorável. Na verdade, os objetivos básicos de um tratamento deveriam visar o alívio da dor e do desconforto como tentativa de melhora na qualidade de vida.

Entretanto, têm-se excepcionalmente alguns relatos de animais que viveram alguns anos após o diagnóstico. O que se vê na prática, a despeito da modalidade terapêutica utilizada, é que os esse animais tendem a viver ao redor de uns 9 meses após o diagnóstico de osteossarcoma.

Texto completo no endereço eletrônico abaixo.

fonte: http://www.greepet.vet.br/osteossarcoma.php 


Câncer em animais: prevenção e tratamento


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Existem diversos tipos de câncer que podem ser diagnosticados em cães e gatos. Conheça os mais comuns e veja como prevenir e tratar.

Assim como a gente, nossos animais de estimação também correm risco de desenvolver câncer. Essa palavra te causa arrepios? Não precisa entrar em pânico.

"Nem sempre o câncer é fatal, principalmente quando é tratado no início. Além disso, alguns tipos podem ser evitados", explica o médico veterinário Heidge Fukumasu, professor da Universidade de São Paulo (USP). Ele ensina como detectar tumores logo cedo, tratá-los e, principalmente, de que maneira você pode contribuir para deixar essa doença longe do seu bicho.
Tumores que podem ser prevenidos

Câncer de mama

- Sinais: apatia, inchaço e feridas na região das tetinhas.
- Diagnóstico: avaliação clínica, raio X e biópsia, seguida de exame histopatológico.
- Causas: alimentação gordurosa e desbalanceada, obesidade e uso de remédios para evitar a gravidez.
- Vítimas: gatas e cadelas.
- Idade de risco: a partir dos 9 anos.
- Para evitar: castre antes do primeiro cio, dê ração de qualidade e não deixe sua fêmea ficar gorduchinha.
- Tratamento: conforme o caso, é preciso fazer cirurgia e, depois, sessões de quimioterapia ou radioterapia. O médico veterinário é quem irá definir o melhor para seu bicho. O tratamento também pode acontecer sem a necessidade de operar. Nesse caso, o bicho passa por sessões de eletroterapia e eletroquimioterapia.

Linfoma (câncer nos gânglios)

- Sinais: gânglios inchados no pescoço. Em gatos, massa abdominal (na barriga).
- Diagnóstico: biópsia, raio X e exames histopatológico e imunoistoquímico.
- Causas: em cachorros, pode ser a exposição a ondas de rádio, raios X ou micro-ondas, ou intoxicação por veneno para ervas daninhas (ácido diclorofenoxiacético). Nos gatos, leucemia e imunodeficiência felinas facilitam o quadro.
- Vítimas: totós de ambos os sexos e felinos machos que vão para a rua.
- Idade de risco: em geral, entre 5 e 12 anos. Nos gatos, pode aparecer antes dos 2 anos.
- Para evitar: vacine seu bichano todo ano com a quíntupla felina, que protege da leucemia (não há vacina contra imunodeficiência). Impeça o animal de sair de casa. Se você tem cachorro, não use no jardim o herbicida 2,4 D, e evite fazer raio X sem necessidade.
- Tratamento: quimioterapia.

Hiperplasia prostática


- Boa notícia: parece câncer, mas não é! Câncer de próstata é raro em animais.
- Sinais: aumento da próstata e dificuldade de urinar ou defecar.
- Diagnóstico: análise clínica, biópsia e exame histopatológico.
- Causas: hormonais.
- Vítimas: machos em geral.
- Idade de risco: aos 6 anos.
- Tratamento: castração.

Tumores sem prevenção

Mastocitoma (tumor de pele)

- Sinais: formação de um ou mais pelotinhos, que podem virar feridas e variam de cor e tamanho. Em quadros avançados, o bicho apresenta desânimo e cansaço.
- Diagnóstico: análise clínica, raio X, biópsia e exame histopatológico.
- Causas: ainda são desconhecidas.
- Vítimas: ele atinge tanto os cachorros quanto os gatinhos.
- Idade de risco: entre 9 e 13 anos nos cães e a partir dos 4 anos em gatos.
- Tratamento: há duas opções. A primeira é fazer eletroterapia e eletroquimioterapia. A outra envolve cirurgia, seguida de sessões de quimioterapia ou radioterapia.

Melanoma (tumor de pele)

- Sinais: manchinhas de borda irregular e cores variadas. Aparecem em várias partes do corpo do animal, como a boca, os lábios, as costas, a cabeça e o pescoço.
- Diagnóstico: análise clínica, raio X, biópsia e exames histopatológico e imunoistoquímico.
- Causas: desconhecidas.
- Vítimas: cachorros.
- Idade de risco: entre 9 e 13 anos.
- Tratamento: cirurgia em alguns casos, de acordo com a avaliação do médico veterinário. Em geral, tem tratamento difícil.


Quimioterapia: sim ou não?


Nos animais, a quimioterapia pode provocar mais efeitos negativos do que benéficos. "Em alguns casos terminais, o veterinário desaconselha o procedimento, tratando apenas os efeitos secundários, para dar conforto ao animal", esclarece o médico veterinário Heidge Fukumasu, da Univerisdade de São Paulo. Pense nisso ao tomar sua decisão junto com o profissional.


O que fazer depois da notícia


- Consulte uma segunda ou terceira opinião.

- Ofereça uma comidinha mais gostosa caso ele perca o apetite.

- Dê amor, proteção e conforto - sempre!

- Se o veterinário disser que o problema não tem cura e que não tem mais jeito, faça mesmo assim os tratamentos que diminuem sintomas como dor e desconforto.

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/animais/reportagem/saude/cancer-animais-prevencao-tratamento-544349.shtml

Uma imagem vale mais que mil palavras


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